segunda-feira, 30 de junho de 2014
The Bible's Prehistory, Purpose, and Political Future
The Bible's Prehistory, Purpose, and Political Future | Coursera
segunda-feira, 23 de junho de 2014
segunda-feira, 30 de dezembro de 2013
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
The revelation game | plus.maths.org
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Calendários e a Duração do Ano Bíblico
Creio que o ano bíblico correspondia ao ano solar de aproximadamente 365 dias, ao contrário do que alguns supõem para explicar a elevada longevidade dos personagens bíblicos, ao subestimar a duração do ano da época bíblica. Exemplos:
| nome | anos vividos |
| Adão | 930 |
| Set | 912 |
| Enós | 905 |
| Cainã | 910 |
| Malaleel | 895 |
| Jared | 962 |
| Henoc | 365 (arrebatado) |
| Matusalém | 969 |
| Lamec | 777 |
| Noé | 950 |
Argumentos para justificar o ano solar, de 365 dias, para as idades que aparecem na Bíblia:
1- As sociedades humanas dos tempos bíblicos tinham na agricultura uma atividade essencial à sua sobrevivência. Tinham de saber com boa precisão os tempos de plantio, sob pena de passar fome.
2- As estações do ano eram bem definidas, de modo que os anos podiam ser contados como se fossem de 365 dias. Bastava contar as primaveras ou os invernos.
3- As festas eram marcadas segundo as estações do ano.
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
O Universo e Sua Origem ou Criação
Eu acredito que o Universo sempre existiu. Não consigo imaginar um início do Universo, a não ser, por convenção; início relativo a uma linguagem, e linguagem imperfeita. Esta posição, a de Universo sem início, não é a defendida pela maior parte dos cientistas, nem pela Igreja. Big bangs, se existirem, existem dentro do Universo, não podem criá-lo.
Toda questão sobre a origem do Universo só pode ser definida dentro de uma linguagem, e, a partir da adoção de uma teoria sobre o início, ou de falta de início, cria-se uma nova linguagem. Parece que as pessoas se sentem confortáveis com a idéia de que o Universo tenha um início. Mas a afirmação de que o Universo tem um início, não só não resolve o problema de se conhecer o Universo, como cria outro problema, o de explicar a causa e o causador do início do Universo. Um Universo sempre existente prescinde de uma causa e de um causador para o seu início.
Se houvesse um início, onde ficava o Criador no Universo no momento da criação? Não pode ficar dentro, pois como pode ter criado o Universo dentro do próprio Universo? Veja bem que o Criador pode moldar, dar forma, conduzir, comandar, criar partes dentro do Universo. Também não pode ficar fora do Universo, pois como poderia ter entrado do Universo, a ponto de viver nele, e também seu Filho? Mesmo porque, a parte de fora do Universo em que estava também era algum lugar, e, portanto, deve, numa linguagem racional, fazer parte do Universo. Assim, a idéia de um início do Universo praticamente exclui a idéia de um Criador.
A afirmação de que o Universo prescinde de um Criador, sendo que um Criador existe, é totalmente ilógica, incoerente, arrogante e imprecisa, pois o Criador existente não pode ser ignorado, nem eliminado, e, além disso, é justamente o Criador que determina a linguagem que define o significado do termo criação. Se inexistente, inventa-se facilmente um. Neste caso, neste contexto linguístico, a Criação pode ter um início.
Não se pode desconsiderar uma parte do Universo e continuar a chamá-lo de Universo. A parte está contida no todo; e uma parte estrita está contida e é diferente do todo.
Outra acepção do termo do termo criação ainda é possível, a da criação de algo parcial, não universal. Porém, neste caso, não se está a falar em Universo. A Bíblia diz que Deus criou os céus e a terra, e que criará novos céus e nova terra. Creio que se trate de parte do Universo.
sexta-feira, 2 de abril de 2010
Apocalipse 6.12-14- O Sexto Selo
A descrição do livro de apocalipse, capítulo 6, versículos 12 a 17, é uma descrição quase exata de um cataclismo provocado por uma chuva de grandes meteoros, com terremotos, e de seu efeito devastador, tanto geológico como econômico e político.
“ 6.12- E quando o Cordeiro abriu o sexto selo, vi acontecer um grande terremoto, e o sol ficou preto como roupa de luto e a lua tornou-se toda cor de sangue.
6.13- As estrelas do céu caíram sobre a terra, como a figueira deixa cair seus frutos verdes, quando bate um vento forte,
6.14 - e o céu foi-se recolhendo como um pergaminho que se enrola. Todas as montanhas e ilhas foram arrancadas de seus lugares.
(6.15- Os reis da terra, os magnatas e os chefes militares, os ricos, os poderosos e todos, escravos e livres, esconderam-se nas cavernas e nas rochas das montanhas,
6.16- dizendo aos montes e aos rochedos: “Caí sobre nós e escondei-nos da face daquele que está sentado no trono e da ira do Cordeiro.
6.17- pois chegou o grande dia de sua ira, e quem poderá manter-se de pé?”) ”
Há dois fenômenos, um grande terremoto, estrelas (do grego asteres, da raiz aster/asteros) que caem na terra. Há três efeitos, o sol escureceu e a lua ficou avermelhada, o céu foi-se recolhendo, montanhas e ilhas arrancadas de seus lugares. As estrelas, é óbvio que não podem ser estrelas na acepção moderna. A tradução para estrela cadente ou meteorito é imediata e autorizada pelo contexto.
O céu ir-se recolhendo como pergaminho é uma descrição do efeito de levantamento de grande quantidade de poeira, após as colísões dos meteoros e dos terremotos, e de sua dispersão pela atmosfera. Pode-se visualizar isto com qualquer simulação por computador de uma colisão de um grande meteoro com a superfície da terra.
Finalmente, esses fenômenos foram suficientes fortes para fazer ruir as estruturas de todos os poderes civis e militares do planeta terra.
